O RISCO NÃO É NATURAL: DESIGUALDADE, CALAMIDADE E A ESCOLA COMO ESPAÇO DE (RE)EXISTÊNCIAS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.62556/wkh29g91

Palavras-chave:

Escola Pública, Injustiça Ambiental, Desigualdade Socioambiental, Riscos

Resumo

O artigo evidencia a relação entre desigualdade socioespacial, desastres socioambientais e o papel da escola pública em contextos de calamidade, a partir dos eventos climáticos extremos ocorridos em Juiz de Fora/MG, em fevereiro de 2026. Buscando compreender como os desastres, frequentemente tratados como naturais, são socialmente produzidos e afetam de forma desigual diferentes grupos sociais, bem como investigar o papel da escola e dos educadores nesse cenário. A pesquisa é qualitativa, de caráter descritivo-analítico, baseada em revisão bibliográfica, análise documental e relato de experiência dos autores vivenciada durante os dias que atuaram como coordenadores de duas escolas abrigo. Apoiando-se na ecologia política e nos estudos de justiça ambiental, além de contribuições da geografia física crítica, através de uma análise articulada dos territórios com o grau de vulnerabilidade das classes sociais que o ocupam. Conclui-se pela necessidade de políticas públicas que articulem redução de desigualdades e fortalecimento de políticas direcionadas para esses territórios vulneráveis com participação efetiva dos sujeitos, a fim de se construir uma sociedade mais equânime.

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Biografia do Autor

  • THAIANE CAMPOS MOURA, Secretaria de Educação de Juiz de Fora

    Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal Fluminense e docente da rede municipal de educação de Juiz de Fora – MG.

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Publicado

01-07-2026

Edição

Seção

SEÇÃO TEMÁTICA - ENTRE NATUREZA, EDUCAÇÃO E SOCIEDADE: a escola como ambiente de atravessamentos

Como Citar

O RISCO NÃO É NATURAL: DESIGUALDADE, CALAMIDADE E A ESCOLA COMO ESPAÇO DE (RE)EXISTÊNCIAS. (2026). Cadernos Para O Professor, 1(51), 18. https://doi.org/10.62556/wkh29g91