A CRIANÇA E A LITERATURA: uma experiência com o livro "Uma lagarta muito comilona"

Autores

DOI:

https://doi.org/10.62556/t0qe3j50

Palavras-chave:

Formação continuada, Educação Infantil, Literatura

Resumo

O presente relato trata de uma experiência vivida por uma professora em uma escola municipal de Juiz de Fora (JF), Maria Júlia dos Santos, com uma turma de 1º período B. Essa vivência se materializou como um dos produtos dos diálogos realizados no curso Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) – Edição 2023 de JF. A escolha do livro “Uma lagarta muito comilona”, de Eric Carle, ocorreu a partir de um projeto da escola “A criança e a natureza”, bem como um contato prévio com a obra por meio do primeiro seminário do curso LEEI. Com isso, essas interações da docente com a obra e a temática a levaram a perceber uma possibilidade de diálogo entre o texto literário com as outras atividades que ocorriam no ambiente escolar. Assim, a narrativa do livro foi significada em diferentes âmbitos, trazendo para a prática outros profissionais da escola. Este relato discute a importância da formação continuada voltada para a prática de leitura na Educação Infantil, bem como da literatura nesse segmento.

Biografia do Autor

  • Priscila da Silva Rocha, UFJF

    Professora da Escola Municipal Maria Júlia dos Santos. Juiz de Fora. Minas Gerais (MG). Brasil.

  • Rosângela Veiga Júlio Ferreira, UFJF

    Coordenadora do curso Leitura e escrita na educação infantil (2023) e Professora do Colégio de Aplicação João XXIII. Juiz de Fora. Minas Gerais (MG). Brasil.

  • Michelle Duarte Rios Cardoso, Secretária de Educação de Juiz de Fora

    Tutora do curso Leitura e escrita na educação infantil (2023) e técnica da Secretaria de Educação de Juiz de Fora. Minas Gerais (MG). Brasil.

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Publicado

18-02-2025

Edição

Seção

SEÇÃO TEMÁTICA - RELATOS DE PRÁTICA DE LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Como Citar

A CRIANÇA E A LITERATURA: uma experiência com o livro "Uma lagarta muito comilona". (2025). Cadernos Para O Professor, 2(48), 206-212. https://doi.org/10.62556/t0qe3j50